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Assistência
e Venda de Peixes |
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ESTAÇÃO
DE PISCICULTURA
APRESENTAÇÃO
A
Estação de Piscicultura
da ETE Orlando Quagliato teve como
ponto de partida o projeto de desenvolvimento
tecnológico Piscicultura: Tecnologia
Aplicada ao Aprimoramento do Ensino
Técnico e do Desenvolvimento
Rural Regional implantado na escola
em 2000, posteriormente o projeto
concorreu e venceu concurso de projetos
promovido pela Fundação
VITAE e sua execução
no período de 2002 e 2003 proporcionou
a escola condições para
implantação de laboratório
de microbiologia, análises
de água e de patologia de peixes,
modernização do laboratório
de reprodução e a aquisição
de equipamentos sofisticados que fez
com que a escola se tornasse referência
na área de piscicultura. Desde
o início a estação
conta com o professor Reginaldo Borges
da Silva como coordenador responsável
e do funcionário Reginaldo
Alves de Souza como técnico
responsável. Hoje, auxiliam
também na estação,
o professor Rodrigo Eduardo Goulart
Salaro, médico veterinário
e o professor Edson Suzuki, zootecnista.
VENDA DE
PEIXES E ASSISTENCIA TÉCNICA
A Estação de Piscicultura
comercializa peixes de água
doce (alevinos, juvenis e adultos)
e presta assessoria aos produtores
desde o planejamento do empreendimento,
a execução da infra-estrutura
de produção, o manejo
das espécies até a orientação
para comercialização.
ATENDIMENTO E VENDA
(14) 3372-2011
(14) 9733-0071
E- mail: piscicultura@etesantacruz.com.br
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| PEIXES
PARA VENDA |
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| Carpa
Capim: (Ctenopharyngodon idella)
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Originária
da China é uma espécie
herbívora, alimenta-se
de vegetação aquática
submersa, além de gramas,
capim não seco e em grandes
quantidades, diariamente 30%
a 90% do seu peso, por isso
seu nome popular.
Ótima espécie
para consorciação.
É uma espécie
que produz bastante esterco
(adubo orgânico) por isso
utilizada para o policultivo
com outras espécies.
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| Carpa
Comum: (Cyprinus Carpio) |
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Carpa
comum, escama, espelho e húngara.
É a espécie mais
utilizada em cultivo em todo
o mundo. Possui crescimento
rápido, podendo em um
ano atingir de 0.8 a 1kg, com
população densa
no tanque, cujo desenvolvimento
se verifica a uma temperatura
entre 24º e 28º C.
A alimentação
natural é o zooplâncton
(estágio larval) e organismos
bentônicos (fundo), como
minhocas, larvas de insetos
e pequenos moluscos. É
uma espécie onívora
e aceita bem alimentos artificiais,
desde que pastosos e folhas
tenras de vegetais. A qualidade
da carne é satisfatória,
mas espinhosa e com gosto específico,
não havendo muita diferença
entre as variedades comum e
espelho. |
| Carpa
Prateada: (Hypophthalmichthys
molitrix) |
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De
origem chinesa apresenta crescimento
rápido, sendo uma boa
espécie, também
para o policultivo; juntamente
com a Carpa Cabeça-grande
e a Capim. É uma espécie
fitoplanctófaga, que
possui uma importante propriedade
que é a alimentação
(aparelho especial de filtragem
nos arcos branquiais). Sua principal
alimentação são
as algas pequenas. Por apresentar
este tipo de aparelho de filtragem,
não come alimentos artificiais
inteiros, devendo os mesmos
serem reduzidos a pó.
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| Matrinxã:
(Brycon sp) |
Peixe
muito esportivo, chega aos 80cm
e 5kg, estando presente nos
estados da Amazônia, Acre
e Rondônia. Este peixe
apresenta o corpo alongado,
ventre arredondado antes das
nadadeiras ventrais, e comprido
depois delas. A nadadeira dorsal
acha-se situada no meio, entre
a cauda e a ponta do focinho.
Sua cor é olivácea
dourado. O seu dorso e as nadadeiras
dorsal e peitoral são
quase pretas. Sendo um peixe
extremamente esportivo. Na natureza
a matrinxã é encontrada
em meio a pedras e raízes
submersas, pois se esconde nesses
lugares para atacar pequenos
peixes, sua base de alimentação. |
| Pacu:
(Piaractus mesopotamicus e Metynnis
maculatus) |
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Pacu
ou Pacu-caranha ou Pacu-peva.
É um peixe de piracema,
mas no seu meio natural comporta-se
como onívoro, alimentando-se
de frutos, sementes, e crustáceos;
é considerado nobre para
o consumo humano. Tem dentes
molariformes. É uma das
espécies nativas mais
estudada e criada, em termos
de piscicultura. Pertence a
sub-família dos mileíneos,
com corpo alto, ovalado e comprido
e uma quilha pré-ventral
com espinhos. Sua cor é
cinza-escuro no dorso, enquanto
que o ventre é amarelo
dourado. Cabeça e escamas
pequenas, alcança porte
grande, podendo atingir até
15kg, mas é mais apreciado
quando alcança cerca
de três quilos, devido
ao acúmulo de gordura
que apresentam os indivíduos
mais velhos. Este peixe é
apreciado pelos pescadores,
não só pela briga
que proporciona, mas por ser
um ótimo prato culinário,
preparado na grelha. O Pacu
é encontrado em todas
as regiões do País.
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| Piau
e Piavuçu: (Leporinus
friderici e L. macrocephalus) |
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Espécie
já explorada comercialmente,
atingindo em torno de
um quilograma com aproximadamente
um ano de idade. Pertencem
à família
Anostomidae, em gerais
possuem hábito
alimentar herbívoro,
cabeça curta e
espessa, e são
espécies amplamente
difundidas na piscicultura,
em cativeiro apresentam
bom ganho de peso e boa
conversão alimentar,
sendo também valorizada
para pesca desportiva.
Os dentes, geralmente
assimétricos, nunca
ocorrem no osso maxilar.
O padrão de colorido
geralmente é caracterizado
pela presença de
listras longitudinais,
barras transversais ou
máculas arredondadas
ou ovaladas sobre o corpo.
Borda lateral das escamas
escuras, formando, em
conjunto, listras longitudinais
no flanco. Exemplares
pequenos podem apresentar
barras transversais ou
não. |
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| Piraputanga:
(Brycon orbygnianus) |
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Atinge
3kg e 50cm de comprimento,
e é encontrada
nos estados de Mato Grosso
e Mato Grosso do Sul.
Muitas vezes confundida
com um dourado pequeno,
a piraputanga possui o
corpo de cor prateada,
as suas nadadeiras principais
apresentam uma tonalidade
bem avermelhada, dando
ao conjunto uma beleza
fora do comum para um
peixe de água doce.
Gosta de águas
claras, preferencialmente
cristalinas. Muito encontrada
próxima aos pesqueiros,
pois ataca os peixes pequenos
que se alimentam dos dejetos
da cozinha. Atinge aproximadamente
40cm e quase 1kg, embora
os tamanhos mais comuns
estejam situados nos 30cm
e 1/2 kg. |
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| Tilápia |
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Originária
do continente africano, a tilápia
é a segunda espécie
de peixe mais criada no mundo.
Introduzidas em nossas bacias
com o intuito de colaborar com
a pesca profissional e amadora,
e também para o repovoamento
de lagos e represas, devido
à sua grande capacidade
de reprodução,
acabou tornando-se uma espécie
bastante atraente em todo Brasil;
por apresentar boa adaptabilidade
em condições ambientais
favoráveis, boa conversão
alimentar e ganho de peso, possuindo
alta rusticidade e ciclo precoce,
com bons índices de desempenho,
facilidade na obtenção
de alevinos, bom crescimento
em regime intensivo, suporta
baixos níveis de oxigênio
e tem carne de textura firme,
sem espinhos e com boa aceitação
no mercado. As variedades introduzidas
no Brasil são tilápia
rendali (Tilápia rendalli),
introduzida no início
da década de 70, mas
deixada de lado devido a sua
alta prolificidade e baixa produtividade.
Tilápia do Nilo (Oreochromis
niloticus) uma das mais criadas
atualmente, tilápia de
Zanzibar (Oreochromis hornorum),
Tilápia mossambica -
Oreochromis mossambicus, e a
Tilápia Saint Peters.
As tilápias podem atingir
até 5kg e são
encontradas em todas regiões
do Brasil. |
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| PESQUE
E PAGUE |
A Estação de Piscicultura
oferece também horas de lazer
de boa pescaria no açude, onde
funciona o pesque e pague aberto ao
público.
| Horário de Funcionamento |
das
7:30h as 19:00h todos os dias |
Preço
|
R$
10,00 até 7 kg de peixe,
acima de 7 Kg, R$3,00 por quilo. |
Obs. A escola oferece também
alimentação aos pescadores
a R$ 3,00 o marmitex
Dicas de pescaria- http://www.pesca.com.br/mundodapesca/peixe/doce/água_doce.htm |
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INFRA-ESTRUTURA
1. Laboratório
de Reprodução Induzida:
Onde são realizadas as reproduções
dos seguintes espécies: Pacu,
Piauçu, Patinga, Curimba, Carpas,
Bagre Africano, Matrinxã. É
constituída de 20 viveiros
escavados para reprodutores e alevinagem,
com 12.000 metros de lâmina
de água
2. Laboratório de Reprodução
de Reversão de Tilápias:
São viveiros tipo estufa com
revestimento, onde é feito
o cruzamento e a reprodução
das espécies nilótica
e tailandesa, possibilitando-nos os
alevinos híbridos. A estrutura
e composta de 5 estufas revestidas,
com média de 300 m3 por estufa
no total de 1.500 m3 e 10 viveiros
escavados no total de 700m3.
3. Sistema de Criação
de Engorda em Tanques-rede: A piscicultura
conta com uma represa de 26.000 metros
de lâmina d’água,
que abastece os viveiros escavados.
Na represa, também, é
desenvolvido sistema de criação
de tilápias em tanques-rede,
os viveiros são de 4m3, com
capacidade para 200 kg de peixes/
tanque
4. Laboratório de Análises
físico-químicas e microbiológica
da água
5. Laboratório de Patologia
de peixes
DICAS E INFORMAÇÕES
ÚTEIS
ASPECTOS BÁSICOS DA QUALIDADE
DA ÁGUA
Para um bom desenvolvimento
dos organismos aquáticos e
uma produção economicamente
viável tem que se ter um adequado
controle do meio, ou seja, da água
dos viveiros onde são cultivados.
Os parâmetros físicos
e químicos fundamentais no
controle da qualidade em piscicultura,
são os seguintes:
FÍSICOS
TEMPERATURA
É um dos fatores mais importantes
exigidos em viveiros. Quanto mais
alta a temperatura, maior será
a atividade dos peixes, aumentando
o consumo de oxigênio. Diferenças
de temperatura maiores que 3 a 4ºC
na água provoca estresse e
até mesmo a morte. A temperatura
da água afeta o consumo alimentar,
normalmente, uma queda de 2 a 5ºC,
reduz em 10 a 20% o consumo alimentar,
a faixa ideal encontra-se entre 25
a 32ºC variando de espécie
para espécie.
COR
Ä água que apresentar
coloração verde clara
é a mais indica para a criação
de peixes, pois Apresentam elementos
para manutenção da vida
aquática.
TURBIDEZ
As águas turvas não
são ideais para a aqüicultura,
pois impedem a penetração
da luz solar, prejudicando o desenvolvimento
de fitoplâncton (alimento natural).
TRANSPARÊNCIA
É definida com a profundidade
na qual o disco de secchi desaparece
ao ser submerso na água, indicando
a quantidade de plâncton, de
matéria orgânica, de
peixes e turbidez ocorrente de chuvas.
Ë difícil estabelecer
uma transparência ideal, mas
geralmente está entre 40 a
60 cm. Medir sempre no horário
determinado (entre 9:00 e 15:00h)
e evitar regiões de sombra.
QUÍMICOS
pH
A água não pode estar
nem muito ácida nem muito alcalina
para se conseguir uma boa produção.
Os valores entre 7.0 e 8.0 são
considerados ótimos para a
piscicultura. A maioria das espécies
de peixe não sobrevive a grande
variações de pH, um
pH ácido pode paralisar o crescimento
dos peixes, inibir a reprodução,
ou até mesmo levar a morte.
O excesso de ração e
mesmo o estresse são fatores
que afetam o pH da água, assim
recomende- se medir regularmente.
ALCALINIDADE
Indica a presença de sais minerais
dissolvidos na água, tais como
carbonatos e bicarbonatos. Valores
entre 20 a 300 mg/L de alcalinidade
é uma boa indicação
sobre a qualidade de tais sais, pois
ajudam na formação de
Plânctons (alimento natural).
DUREZA
Refere-se à presença
de sais de cálcio e magnésio
na água. Valores entre 55 a
200 mg/L é o ideal. É
importante medir a dureza, pois valores
inferiores a 20 mg/L, causam deficiência
de nutrientes nas células das
algas que compõem os fitoplânctons.
Quando os valores, tanto da alcalinidade
quando da dureza estiverem baixos,
recomenda-se a realização
de calagem para elevá-los.
AMÔNIA
Proveniente da decomposição
da matéria orgânica,
da ração e dos excrementos,
a amônia vem a ser prejudicial
e deve ser medida com freqüência.
O pH e a temperatura da água
regulam a proporção
entre as concentrações
de amônia. Ao aumento de uma
unidade de pH causa um aumento de
cerca de 10 vezes na concentração
de amônia. Os níveis
tóxicos estão entre
0.6 a 2.0 mg/L.
OXIGÊNIO
DISSOLVIDO
É utilizado para que a energia
contida nos alimentos possa liberar-se
e ser aproveitada para as funções
vitais dos peixes. A temperatura da
água tem grande influência
na quantidade de oxigênio, assim:
- Quanto mais baixa for a temperatura,
mais rico em oxigênio será
o meio aquático;
- Quanto mais alta a temperatura,
menor será a quantidade de
oxigênio na água.
As duas principais fontes de oxigênio
dissolvido: são ar atmosférico
e fotossíntese dos fitoplânctons.
Os fitoplânctons dependem da
luz solar para produzir oxigênio,
portando em dias nublados e com excesso
de algas e alimento aliados a altas
temperaturas o nível de oxigênio
pode chegar a ser crítico,
causando a mortalidade. Se isto ocorrer
devemos tomar as seguintes providências:
- Cessar a alimentação,
pois em níveis baixos de oxigênio
o peixe não se alimenta;
- Aumentar o máximo à
renovação da água;
- Evitar manejar os peixes, pois estarão
debilitados;
- Evitar revolver o fundo, evitando
a suspensão de matéria
orgânica;
- Suspender adubações;
- Ligar aeradores de forma que a água
não revolva o fundo.
ASPECTOS
BÁSICOS DE MANEJO, DESINFECÇÃO
E ADUBAÇÃO
DESINFECÇÃO DE VIVEIRO
É necessário desinfetar
o viveiro, para eliminar possíveis
predadores indesejáveis, tais
como: Peixes Carnívoros, Lambaris,
Tuviras, Pirambóias, Larvas
de outros peixes, Bactérias,
Fungos, Parasitas, Libélulas,
etc.
Viveiros onde ocorreram problemas
com doenças deve-se aplicar
200g/m² de cal virgem;
Viveiros isentos de doenças,
aplicar 100g/m² de cal virgem.
CALAGEM
A calagem deve ser feita com a finalidade:
- corrigir o pH do solo e da água;
- melhorar as condições
do solo tornando disponíveis
outros nutrientes, como N, P, K e
outros.
- aumentar a alcalinidade e a dureza.
É recomendado realizar a calagem
uma semana antes da adubação.
DOSAGEM: 100g/m² Calcário
Dolomítico
ADUBAÇÃO
Visa aumentar a produção
de alimentos naturais com o desenvolvimento
de plâncton (Fito e zooplanctons),
visando nutrientes para tal fim. Podemos
utilizar adubos de duas fontes
QUÍMICA:
• Uréia ____________________________
3 g/m2
ORGÂNICA:
• Esterco de Bovinos _______________
600 g/m²
• Esterco de suínos ________________
200 g/m²
• Esterco de galinha ___________100
a 200 g/m²
• Farelo de Arroz ___________________
10 g/m2
RECOMENDAÇÕES:
A água deve estar em pH neutro;
alcalinidade superior a 20 ppm; evitar
adubar em dia frios; diminuir ou suspender
adubações em dias nublados.
Manejos sanitários
São manejos realizados semanalmente
ou mensalmente para que acha um melhor
desenvolvimento do meio aquático.
Recomendam-se alguns tipos de produtos:
- Sal Comum: É utilizado mensalmente
ou semanalmente para melhorar a qualidade
da água e prevenção
de certos Parasitas, Fungos, e Bactérias
externas.
DOSAGEM: 120 Kg/ ha ou 12g/m²
AS VANTAGEN DO USO DA VITAMINA
“C”
A falta ou deficiência prejudica
a formação do tecido
conjuntivo, causa deformação
na parte óssea e pode inibir
a reprodução. o suprimento
diário de vitamina c na ração
auxilia em:
Prevenir e amenizar os efeitos negativos
de estressores ambientais; facilita
os processos de cicatrização
dos tecidos; reduz ou neutraliza a
toxidade por contaminantes; aumenta
a defesa imunológica contra
infecções bacterianas.
No caso do inverno, recomenda-se iniciar
a administração 1 2
meses de seu início, embora
as rações já
possuam uma certa quantidade de vitamina
C, os piscicultores costumam colocar
uma quantidade adicional.
TABELA PARA
BIOMETRIA
Estimativa dos pesos através
das medidas de comprimento padrão
(da ponta do focinho até as
inserção da nadadeira
caudal) dos peixes do tanque. Tendo
a temperatura à 25º C.
|
| Meses |
Comp. Padrão
(cm) |
Peso Individual (g) |
| 1º
Mês |
4 |
1,28 |
| 5 |
2,50 |
| 6 |
5,70 |
| 7 |
12,45 |
| 8 |
20,44 |
| 2º
Mês |
9 |
35,87 |
| 10 |
40,14 |
| 11 |
51,85 |
| 12 |
64,80 |
13 |
78,99 |
| 3º
Mês |
14 |
94,42 |
| 15 |
111,09 |
| 16 |
123,88 |
| 4º
Mês |
17 |
148,15 |
| 18 |
168,54 |
| 19 |
190,17 |
| 20 |
213,04 |
| 21 |
237,15 |
| 5º
Mês |
22 |
262,50 |
| 23 |
289,09 |
| 24 |
316,92 |
| 25 |
345,99 |
| 6º
Mês |
26 |
376,30 |
| 27 |
407,85 |
| 28 |
440,67 |
| 29 |
474,67 |
| 7º
Mês |
30 |
509,94 |
| 31 |
546,45 |
| 32 |
584,20 |
|
| |
| |
|
|
 |
| |
|
|
 |
|
 |